Uma criança dorme em sua cama, coberta com um lençol verde rabiscado com flores desenhadas em vermelho e azul. Acima da cama, flutuam três figuras de traços suaves, desenhadas com crayon branco e bege. Seus olhos são fechados, e suas mãos estendidas derramam linhas douradas que descem como chuva luminosa sobre a criança. Na parede, um pequeno quadro com coração vermelho vibra discretamente. A proteção não é dramática. É silenciosa, como o gesto de alguém que vela durante a noite inteira sem ser visto.